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Nessa sexta-feira, 30/01, o site PcGamer teve uma entrevista incrível – e gigantesca! – com o diretor de jogo de Heroes of the Storm e de StarCraft II, Dustin “Rock” Browder! Eles conversaram sobre as expectativas com o HotS, os possíveis conteúdos a serem adicionados futuramente, os caminhos para o eSport, e muita coisa a mais. Por tanto conteúdo a ser discutido, o site HeroesNexus fez um resumo das coisas que você com toda a certeza não quer deixar passar. Confia em mim.

Originalmente postado por Dustin Rock Browder (Forum Oficial)

  • O objetivo do Heroes não era fazer um jogo casual ou um jogo para eSports, eles só queriam criar um jogo legal.
  • Eles não têm certeza de quando o Heroes vai entrar na fase de Beta Aberto ou até mesmo lançar. Eles sabem de coisas que eles querem que o jogo tenha, mas eles também querem fazer com que seja o melhor possível. Ainda estão faltando algumas características básicas no jogo, como a Tela de Perfil.
  • A Tela de Pontuação será refeita, a atual é uma provisória.
  • Eles irão parar de produzir heróis quando eles acharem que é certo, mas não é a hora ainda.
  • Existem seis heróis sendo produzidos no momento.
  • Eles não tem certeza se vão existir muitos mapas no jogo. Talvez uma rotação seja necessária, como a que existe no StarCraft, talvez não seja.
  • Usar o mecanismo doStarCraft II ajudou a criar o protótipo do jogo muito rapidamente.
    • “Ei caras, nós queremos fazer um mapa que é tipo um navio pirata, e você coleta moedas, eu não sei…”
    • 3 dias depois eles estavam jogando uma versão inicial do Baía do Coração Negro.
  • Eles ainda querem fazer um Editor de Mapas para o jogo, mas há pontos que precisam ser resolvidos primeiro:
    • Não é um problema com a engenharia, mas com as políticas.
    • Eles não podem permitir que os mapas contenham conteúdo que possua direitos autorais.
    • No StarCraft, eles simplesmente banem a sua conta por quebrar as regras de montagem de mapa. Você não pode fazer isso tão facilmente em um jogo Free to Play.
    • Eles precisam descobrir como eles poderiam controlar os mapas customizados.
    • Finalizar o projeto central de jogabilidade é mais importante do que o Editor de Mapas.
    • “Eu não consigo ver um mundo em que o Time 1 não consegue liberar o Editor de Mapas. Existem muitas pessoas no Time 1 que amam esse tipo de coisa. Nós estamos muito apaixonados sobre isso como um grupo. É como o gênero foi inventado.”
  • Heroes como um eSport será apoiado do mesmo jeito que o StarCraft II foi; usando o feedback da comunidade.
  • Heroís não precisam ser viáveis em todo mapa. O objetivo é a variabilidade.

Quero dizer… SEIS heróis sendo produzidos? Não brinca comigo! E é maravilhoso ver o que as pessoas de dentro da Blizzard esperam do Heroes como jogo, e o que elas desejam que ele adquira com o tempo. Além disso dá pra notar como eles de fato dão ouvidos a comunidade, com o Dustin citando várias modificações que os jogadores pedem tem bastante tempo. É uma pena não ver uma palavra sequer sobre Ouro ou preços dos Heróis, mas nunca é tarde.

Se você quiser acessar a entrevista inteira – em inglês -, você pode ir até o site oficial do PcGamer.

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